As Olimpíadas são reconhecidas como o maior evento esportivo do mundo, reunindo atletas internacionais em busca da glória olímpica. No entanto, ao longo dos anos, algumas edições dos Jogos ganharam notoriedade por situações polêmicas e decisões controversas que abalaram o cenário esportivo global.
Uma das edições mais impactantes foi a de 1972, que ficou marcada por uma tragédia sem precedentes. O terrível ataque do grupo terrorista palestino “Setembro Negro” à Vila Olímpica resultou no sequestro e posterior morte de 11 atletas israelenses, desencadeando debates intensos sobre segurança e ética no esporte.
O boicote liderado pelos Estados Unidos e mais de 60 nações aos Jogos de Moscou, em protesto contra a invasão soviética ao Afeganistão, desencadeou uma crise política que ecoou nas futuras edições olímpicas.
O escândalo de doping envolvendo o corredor canadense Ben Johnson na prova dos 100 metros rasos, seguido pela sua desclassificação e a atribuição do ouro ao norte-americano Carl Lewis, provocou uma onda de choque no mundo esportivo, evidenciando as falhas no combate ao uso de substâncias proibidas.
A conquista do ouro pela equipe de ginástica da China foi manchada por suspeitas de que algumas atletas não atendiam ao requisito mínimo de idade, gerando controvérsias e questionamentos sobre as práticas éticas no mundo da ginástica.
O caso envolvendo o nadador norte-americano Ryan Lochte, que alegou ser vítima de um assalto no Rio de Janeiro durante as Olimpíadas, revelou-se uma farsa para encobrir comportamentos impróprios, gerando um escândalo midiático e prejudicando a reputação do evento esportivo.